Nomes de objetos entre função e lenda
Distribui material, qualidade e história para manter o inventário compreensível.
Um inventário tem exigências diferentes de um livro de lendas. Quem joga precisa de reconhecer rapidamente o que tem à frente. Um objeto com uma longa história pode continuar a ter um nome curto. A primeira linha não precisa de contar tudo.
Distingue a função do nome próprio
«Lâmina do Juramento» é um possível nome próprio; «espada longa» indica o tipo de objeto. As duas informações podem aparecer juntas. Se a interface mostrar apenas o nome poético, um ícone ou uma segunda linha deve explicar a função.
A raridade precisa de uma regra
Se todas as armas comuns se chamarem «Última Luz» ou «Quebra-Mundos», os achados especiais perdem impacto. Define uma escala: objetos comuns usam nomes funcionais, peças especiais acrescentam material ou oficina e descobertas importantes podem receber um nome próprio. É uma proposta de criação e não uma regra obrigatória do género.
Conta o passado através de vestígios
Na Lâmina do Juramento, uma pega remendada pode ser mais importante do que uma runa brilhante. O remendo mostra utilização repetida; a runa começa por ser apenas um sinal familiar de magia. Decide que detalhe se liga ao epíteto e como será descoberto.
Usa os títulos longos no contexto certo
«Lâmina do Juramento da Última Vigília» pode servir numa descrição de descoberta. Na lista de equipamento, «Lâmina do Juramento» pode bastar. Regista as duas formas para que as traduções e os diálogos continuem a referir-se ao mesmo objeto.
Compara cinco objetos com a mesma função. Conseguem distinguir-se apenas pelas palavras? A diferença importa na mecânica ou só o nome sugere outra raridade? Uma nomenclatura consistente facilita as escolhas e destaca as histórias especiais.
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